29 de junho de 2014

Por que os cães são assim?

Por que os cães são assim?
Why dogs do that. Tom Davis. Trad. Otacílio Nunes. Ilustr. Peter Ring. São Paulo. Publifolha. 2003. 95 páginas.

Sinopse:
Por que os cães adoram roer móveis? Por que eles insistem em dormir na cama com você? Por que andam em círculos antes de se deitar? Este livro oferece fascinantes explicações sobre o comportamento dos cães, respondendo a diversas dúvidas com um texto bem-humorado e desenhos detalhados.

Ponderação:
Na primeira leitura foi de forma aleatória, desta vez possibilitou fazer avaliações e comparações. Fico me perguntando se John Grogan chegou a ler para entender melhor o seu Marley? Já estou conformada, não poderei mudar a Perrita, mas dará para tentar acalmá-la. 
O livro é composto de 42 perguntas e suas 42 respostas. Da página 8 a 95, compreende a seguinte diagramação: páginas pares - Ilustração e nas ímpares - Texto formatado em duas colunas com informação básica da herança genética dos cães no seu comportamento remonta ao lobo. Quer dizer: o básico científico.
A ilustração da página 94 corresponde, humoristicamente, aquela pessoa que tem horror ou odeiam cão. Algumas explicações encontradas neste livro, proporcionou-me lembranças relacionadas ao Babalú (como no dia em que ele correu atrás do Pe. Franco - virou fato hilário.).



Las Luces de Septiembre

Las Luces de Septiembre
Carlos Ruiz Zafón. Barcelona. Planeta. 2010. 317 páginas.

Sinopse:
Un misterioso fabricante de juguetes que vive recluido en una gigantesca mansión poblada de seres mecánicos y sombras del pasado... Un enigma en torno a extrañas luces que brillan entre la niebla que rodea el islote del faro. Una criatura de pesadilla que se oculta en lo más profundo del bosque... Estos y otros elementos tejen la trama del misterio que unirá a Irene e Ismael para siempre durante un mágico verano en Bahía Azul. Un misterio que los llevará a vivir la más emocionante de las aventuras en un laberíntico mundo de luces y sombras.

Ponderação:
Enquanto lia esse volume que é a complementação da Trilogía de la Niebla, foi necessário fazer uma pausa e ler as anotações feitas durante a leitura dos cinco livros anteriores de Zafón. O nome Andreas Corelli não pareceu-me estranho, o que de fato ele seria utilizado mais tarde e com certa importância em 'El Juego del Ángel'.
Bom, para quem está pegando o bonde agora, vale lembrar que as postagens feitas: Em 14/09/2013, "A sombra do vento" e "La Sombra del Viento"; em 19/09/2013, "El Juego del Ángel" e "El Prisionero del Cielo" são considerados da fase adulta ou amadurecimento do autor. Em 27/10/2013, "El Príncipe de La Niebla" e "El Palacio de la Medianoche", obras tidas como juvenis.
Em contrapartida, no blog allagumauskas.blog.uol.com.br, em 27/10/2013, "Zafón duplo"; em 03/03/2013, "Jogo do Angel"; em 09/06/2013, "Prisioneiro do Céu"; em 15/07/2012, "Livros Esquecidos" há mais algumas considerações.
Agora, a considerar,  o fato de o autor gostar de aventuras, mistérios e segredos, parecendo conjugar com a imortalidade, poder e riqueza próximo de um Dorian Gray. Diz que não devemos fazer pacto a cegas como mostra essa trilogia e só é possível eliminar a malignidade com orações e o sinal da cruz, fator que os nossos personagens não se habilitaram a fazer e nem o autor conduz a isso. Poderá-se-ia concluir que o verdadeiro amor, também, leva a destruição da negatividade humana.



Brasil: Histórias, costumes e lendas

Montagem do principal que há no
livro, pois a Capa original ficou
estragada.
Brasil: Histórias, costumes e lendas
Alceu Maynard Araújo. São Paulo. Editora Três. 1973. 326 páginas.

Sinopse / Ponderação:
Brasil, histórias, costumes e lendas possui ilustrações de José Lanzellotti. É o tipo de livro que você adquiri semana a semana e, neste caso, formou um único volume. Na verdade, deseja apenas que você saiba mais sobre sua terra ou simplesmente conferir aqui seu conhecimento de Brasil.
É um livro, este, que procuramos mostrar o homem, o seu ambiente, seu trabalho, as suas diversões, as suas crenças, região por região, pedaço por pedaço deste Brasil.
São histórias, costumes e lendas que tem a idade de nossa terra e do  homem que fez a nossa terra. Tipos e costumes que muitas vezes somente sobrevivem no nosso folclore ou na nossa fantasia.
Olhando e verificando as imagens e texto, penso no que foi perdido e esquecido nesta terra, com a desculpa de integrar o mundo globalizado. Pequenas coisas que faziam a diferença do cotidiano deste meu país-continente. Que cresceu, mas tudo morreu...



23 de junho de 2014

Estorvo

Estorvo
Francisco Buarque de Hollanda (Chico Buarque). São Paulo. Companhia das Letras. 1991. 142 páginas.

Sinopse:
Primeiro romance do compositor, aclamado pela crítica como a grande revelação de nossa literatura. A campainha insiste, o olho mágico altera o rosto atrás da porta e o narrador inicia uma trajetória obsessiva, pela qual depara com situações e personagens estranhamente familiares. Narrado em primeira pessoa, Estorvo se mantém constantemente no limite entre o sonho e a vigília, projeções de um desespero subjetivo e crônica do cotidiano. E o olho mágico que filtra o rosto do visitante misterioso talvez seja a melhor metáfora da visão deformada com que o narrador, e o leitor com ele, seguirá sua odisseia. 

Ponderação:
Na onda de Chico Buarque há cinco dias, já que o escrito, aqui, tem muito haver com memória das leituras, de mais longe e de mais perto. O distanciamento da crítica e de outros leitores, promove uma abordagem diferenciada. Portanto: A percepção foi completamente diferente apesar de eu ter experimentado a mesma sensação de confusão mental gerada pela leitura de Ópera do Malandro. A narrativa na primeira pessoa acompanha um ritmo que pareceu ser o das ideias, sem muitas explicações, como se já estivéssemos na mente do protagonista e pudéssemos saber exatamente quem eram aquelas pessoas, o que faziam, que lugar era aquele e o que havia sido o passado; o legal no livro é não ter dado nome a ninguém e lugares.



Ópera do Malandro

Ópera do Malandro
Francisco Buarque de Hollanda (Chico Buarque). São Paulo.  Círculo do Livro.   1978. 248 páginas.

Sinopse:
Escrita em 1978, a peça retrata através da época Getulista os mecanismos da expansão capitalista no Brasil. Identificando o modo como isso se estrutura através da malandragem, Max Overseas, malandro carioca e bom vivant, acaba sucumbindo por não acompanhar esse processo de modernização. 

Ponderação:
Gosto de texto teatral, dando a oportunidade de criar o cenário ao meu belo prazer, mas o livro em questão não me foi possível esse trabalho criativo, já que tinha conhecimento das músicas e sucesso das mesmas. É fantástica a cena de Geni e o Zepelim, sendo a Geni uma representante do que há de mais digno no ser humano. Ela toda mal-vista pela sociedade, porque não se encaixava no parâmetros exigidos, faz o salvamento de todos. 



22 de junho de 2014

A Garota Americana

A Garota Americana
All american girl. Meg Cabot. Trad. Ana Ban. Rio de Janeiro. Record. 2004. 347 páginas.

Sinopse:
O cotidiano de Samantha, uma típica garota americana, que leva uma vida muito parecida com a de tantas outras meninas de sua idade. Até que um dia resolve matar aula de arte e, por acaso, salva o presidente americano de uma tentativa de assassinato. Samantha logo vê sua vida virar de cabeça para baixo ao ser nomeada embaixadora da ONU, sem saber exatamente o que o cargo significa.

Ponderação:
Embora um pouco chato, mais uma história da crise existencial da/na adolescência, a autora enfocou a questão do filho do meio, filho-sandwich. É ele que leva sempre a pior e nunca é reconhecido pela suas capacidades físicas, intelectuais e culturais. Também passa por cima do chamado protocolo de evento do qual Samantha passa na ONU. É divertido o texto.




Vídeo 1993

Vídeo 1993
Celso Arnaldo de Araújo. São Paulo. Nova Cultural. 1993. 896 páginas.

Sinopse / Ponderação:
Mais um da série 'Guia' da Abirl/Nova Cultural. Esse foi mais uma publicação, visando a apresentação do vídeo cassete, posterior DVd e antes do 'Google'. A capa anuncia "O mais completo guia dos filmes nas locadoras"; bom para aquele ano e, hoje, serve de referência para quem não encontra na internet (não há tudo na internet). Diz ainda: - 7.839 filmes com resumo e cotação (não encontrei o que ando buscando) e 1.189 filmes novos, em 1993, sendo 160 melhores do ano. Tudo isso num universo de quase 8.000 títulos. Aqui, há uma novidade, para quem como eu, gosta de assistir filmes e falar sobre eles não por seus diretores, mas sim, por atores e atrizes, com uma listas de 560 atores, 6 atrizes e 163 diretores.
La na página 405, na seção Drama há o verbete A Princesa e o Plebeu filme de 1987, uma refilmagem de 1953, mencionando o belo trabalho de Audrey Hepburn e Gregory Peck. Mas a cidade de Roma continuava sempre bela, tanto em 1953 como 1987.