29 de abril de 2014

Avalon High

Avalon High
Avalon High. Meg Cabot. Trad. Ana Ban. Rio de Janeiro. Record. 2007. 350 páginas.

Sinopse:
Avalon High pode não ser exatamente o lugar onde Ellie gostaria de estudar, mas até que não é tão ruim assim. Uma escola americana normal, freqüentada pelos mesmos tipos de sempre: Lance, o esportista; Jennifer, a animadora de torcida; e Will, o presidente da turma, jogador talentoso, bom moço... e muito charmoso! 
Mas nem todos em Avalon High são o que parecem ser... nem mesmo Ellie, como ela logo vai descobrir. Depois de um esbarrão durante uma corrida no parque, os destinos de Ellie e Will parecem estar irremediavelmente entrelaçados. 
Ela começa a notar uma série de estranhas coincidências entre o seu cotidiano e a lenda do Rei Arthur – nomes similares, triângulos amorosos, sociedades secretas – mas qual seria seu verdadeiro papel nessa história? Como em Camelot, estariam seus novos amigos fadados a um trágico destino? E pior, o que ela pode fazer para impedir que uma profecia milenar se cumpra mais uma vez? 
Misturando fantasia, história e romance, Meg Cabot acerta mais uma vez. Uma versão inteligente e bem-humorada da lenda arthuriana,

Ponderação:
Gosto da maneira como Meg Cabot escreve, pelo menos a tradução ao português de suas obras tem-se mantido com a mesma tradutora, isso é bom. Esse é outro dos vários livros que dou verdadeiras e sonoras risadas.



O Maior Milagre do Mundo

O Maior Milagre do Mundo
Og Mandino (1923-1996). Trad. Affonso Blacheyre. Rio de Janeiro. Record. 1983. 131 páginas.

Sinopse:
Nesta obra, Og Mandino ultrapassou a meta alcançada em o maior vendedor do mundo. Graças às suas experiências pessoais, conseguiu criar para os leitores um personagem cuja intervenção é decisiva na vida de todo homem, sobretudo nas circunstâncias mais difíceis de nossa existência. O maior milagre do mundo revelará ao público os horizontes da felicidade, da segurança e da realização pessoal apresentados em o maior vendedor do mundo. Onde termina o vendedor começa o milagre.

Ponderação:
Sem dúvida, O Memorando de Deus, é a síntese de tudo. Mas o gerânio de vidro; o cavalheiro, no meio da neve em Nova York, alimentando pombos foram as imagens marcantes, até hoje, da leitura.



28 de abril de 2014

A Arte de Amar

A Arte de Amar
Erich Fromm (1900-1980). Trad. Milton Amado. Itatiaia. 1976. 126 páginas.

Sinopse:
A Arte de Amar apresenta um desafio aliciante: estamos ainda longe de compreender a radicalidade do amor - o que poderemos fazer para amar verdadeiramente? Esta pergunta é tão fundamental e inovadora para o leitor contemporâneo como o era para os primeiros leitores desta obra, em 1956. Para encontrar a resposta, o conceituado psicanalista Erich Fromm elabora uma reflexão profunda mas acessível sobre as riquezas e os riscos das diversas formas de amor (materno, paterno, filial, fraterno, erótico, romântico, religioso, místico), baseando-se na sua experiência como psicanalista e nas principais tradições religiosas e filosóficas do Ocidente e do Oriente. Traduzido para mais de vinte e oito idiomas e com mais de cinco milhões de exemplares vendidos só nos Estados Unidos, A Arte de Amar é um clássico do século XX, indispensável à compreensão do mundo em que vivemos e do nosso próprio comportamento como indivíduos. Uma leitura que ajudará definitivamente a tomar consciência do desafio que é amar e como a arte de amar poderá realmente transformar o mundo.

Ponderação:
A leitura desta obra foi coqueluche nos anos 1960 e 1970. Em "Anos Rebeldes" há uma cena, quando mostra uma das personagens lendo-o. Estou pensando em ler novamente.



27 de abril de 2014

A Pérola

A Pérola
John Steinbeck (1902-1968) trad. Pinheiros Lemos. Rio de Janeiro. Record. 114 páginas.

Sinopse:
A Pérola é uma fábula sobre um índio mexicano que encontra uma pérola maravilhosa que só lhe traz infortúnios.

Ponderação:
A Pérola foi lido por indicação de mamãe, após ter assistido um especial na TV Globo, com Dina Sfat no papel da mãe do menino picado por escorpião. Já faz um bom tempo isso. Mas o teor é ser feliz com pouco e ser destruído com muito. E a mesquinhez humana.
O livro que li, sumiu na casa de uma amiga; ela procurou um novo para devolver, mas não encontrou. Eu mesma, tive que esperar vários anos para ter uma nova edição. Até hoje, lembro da boa interpretação de Dina.



A Filha do Silêncio

A Filha do Silêncio
The Daughter of Silence. Morris West (1916-1999). Trad. Brenno Silveira. São Paulo. Nova Cultural. 1987. 329 páginas. (Best Sellers) # São Paulo. Klick Editora. 1997. 241 páginas. (Coleção Supertítulos/Estadão) .

Sinopse:
Em A Filha do Silêncio, um crime aparentemente frio e incompreensível é cometido em plena luz do sol em uma aldeia na Toscana, na Itália. A assassina vai a julgamento. É aí que vem á luz uma conspiração de silêncio feita por várias pessoas, todas ligadas a outro crime, cometido 16 anos antes. Morris West não brilha apenas por relatar o trâmites legais de um julgamento extremamente complicado, mas também por entremear com maestria os dramas pessoais do advogado de defesa e dos membros de sua família. 

Ponderação:
“O direito foi pervertido pela política, pelo poder, pela conspiração deliberada.”, qualquer semelhança com o Brasil atual não será mera coincidência? Ou será? Deixemos as divagações filosóficas e políticas de lado, a frase citada é, também, aplicada aos seres humanos.
Divertido, sim, foi ler a história em duas edições e tratamento gráfico diferenciado e como na vida tem sempre uma primeira vez, eis o ocorrido: - A edição de 1987, quando chega “... uma dedicação ...” última palavra da página 174 não terá continuação lógica na 175, porque há um erro gráfico (montagem das páginas), retornando à página 127 (127-158 – ficam duplicadas); consequentemente, o texto compreendido nas páginas 175 a 206 fica ausente. Ao comentar o fato com a dona da locadora, minha amiga, ela providenciou outro exemplar para poder ter a visão completa da obra.
O salvador dos fatos e da história é Peter Landon, médico psiquiatra, em férias e convidado a auxiliar em um processo criminal. Ele faz o elo de ligação do presente, passado e futuro de todas as personagens nesta eletrizante narrativa de West. Juntamente com Ninette, devolve o senso humano a Carlo e Valeria Rienzi, Alberto Ascolini.
Sendo leiga, encantou-me o teor narrativo descritivo da aplicação da lei e os valores das provas (passado e presente), isto é, a vida da vitima e da ré tinham que ser investigadas, na tentativa de fazer justiça e tão somente justiça. Seria bom, que os reitores de faculdades de ensino das Ciências Jurídicas começassem a pensar e a avaliar a possibilidade de que esse livro fosse leitura obrigatória aos alunos dos primeiros anos de curso, para enriquecimento cultural de futuros advogados.


22 de abril de 2014

Zélia, uma paixão

Zélia, uma paixão - Romance da figura mais surpreendente da vida pública nos últimos tempos
Fernando Sabino (1923-2004). Rio de Janeiro. Record. 1991. 267 páginas.

Sinopse:
Zélia, Uma Paixão, biografia autorizada de Zélia Cardoso de Mello, Ministra da Fazenda no governo Collor, com tratamento literário. Os escândalos em sua vida privada e sua saída do governo foram motivo de grande repercussão entre os brasileiros, criando clima hostil ao escritor.


Ponderação:
Tem a cadência e o vocabulário que só um mestre poderia ter. Livro-exaltação sobre os dias de Zélia Cardoso de Mello como Ministra da Economia do governo Collor. Seu equívoco final de uma longa série de outros; algo que é tudo, exceto literatura. Tem algo nesta história que é pura fantasia, sabe, naquela base do que você vê não é o que você vê. Eu dei muita risada durante a leitura. Duas pessoas já na maturidade se comportarem da maneira como os protagonistas assim fizeram.



O Caminho das Borboletas

O Caminho das Borboletas: Meus 405 dias ao lado de Ayrton Senna
Adriane Galisteu. São Paulo. Caras. 1994. 224 páginas.

Sinopse:
Este livro é resultado de trinta horas de depoimentos, gravados em Sintra, Portugal. E de um mergulho num baú repleto de cartas, bilhetes, papéis rascunhados, agendas profusamente anotadas - sim, Adriane Galisteu ainda conserva aquela doce mania de transformar suas agendas em diários teen, engordados com recortes e fotografias e recheados de divagações.

Ponderação:
Bom, dizem que morto não fala e não se defende. Tudo pode ser encarado do jeito que se queira ou quisera ou quiseram as más línguas! Estratégia de Marketing que possibilitou Adriane para chamar a atenção da Mídia. Seu próprio namoro foi uma jogada de Marketing. Ao lado de Sena era podia conseguir contratos de trabalho. Com isso ela tem um programa de TV e somou muita coisa a sua vida. Ainda persiste a pergunta - Qual é o real talento profissional ou artístico de Adriane Galisteu?