29 de outubro de 2013

Dolores

Dolores
Jacqueline Susann (1918-1974). New York. Bantam Books. 1977. 175 páginas.

Sinopse:
It is the intense, tragic story of Dolores Ryan, the beautiful and fashionable young widow of an assassinated American President. After his death, Dolores finds herself too poor to sustain her extravagant tastes and too lonely to be fulfilled as a woman. The novel details her quest for money and for men.

Ponderação: 
‘I want to know how President Kennedy was buried.’ – Frase que encerra o capítulo 7, e, também, a primeira parte do romance. – Bingo! – Quando li por primeira vez esse livro – em Inglês – como parte de exercício na identificação de Phrasal Verbs, ficou-me a sensação de estar lendo a biografia de John e Jacqueline Kennedy.
Relendo, agora, a sensação sentida na primeira leitura prevalece.


28 de outubro de 2013

João XXIII

João XXIII
Mylton Severino da Silva. São Paulo. Nova Cultural. 1988. 103 páginas. Coleção “Os Grandes Líderes”.

Sinopse:
Biografia do mais querido papa de toda História da Igreja Católica, pontífice que, em seu curto reinado, convocou o Concílio Vaticano II, uma tentativa de atualizar a Igreja e criar uma ponte com outras denominações cristãs além de outras religiões.

Ponderação: 
Efetivamente, a partir de hoje, dou a mão à palmatória! Quando em 24/09/2013, postei “Marley & Eu”, dizia que estava tentando não fazer comparações de fatos reais (cotidianos e compartilhados). Histórias ouvidas. Só se concentrando no livro há um certo risco. Igualmente, ao confrontar com outros fatos. Biografia é uma delícia. Ela é escrita em outros tempos e com outros olhos, ou simultaneamente. São baseadas nas informações de outrem (se for pessoa publica, nas intermináveis publicações impressas ou nas vozes, pouco, confiáveis de quem quer aparecer, dizendo conhecer a fundo o biografado.). 
Ele será canonizado no próximo dia 27/04/2014. Quando da eleição do Papa Francisco, em 13/03/2013 começaram algumas especulações de sua semelhança com João XXIII. Só se for na ‘simplicidade e proximidade com o povo e o bom humor'.
Pela terceira vez, fui ler o João XXIII, depois de mais de vinte anos da primeira leitura. Pois bem! Cresci ouvindo que 28/10/1958, tinha caído em uma terça-feira. Ouvi, quando fazia o catecismo, as primeiras novidades do Vaticano II. Ouvi coisas de João XXIII, o reformador.
O Grupo Abril Cultural/Nova Cultural possui certa tradição na criação de coleções vendáveis em bancas de jornal. E essa é uma que só comprei o volume que interessou-me. Curiosidade a flor da pele. Lá no primeiro capítulo descobri um erro: - “Na segunda-feira, 28/10/1958, minutos ...” – grafei a correção – a data com dia da semana correto, terça-feira. Na cidade de São Paulo, chovia. Em Roma, tempo quente. Emoção maior. O mundo conhecia o novo Papa. Hoje, sabemos que sua eleição foi tida como um papado temporário/breve pelo fator: idade. Todos estavam enganados. Brincadeiras a parte, até São Judas Tadeu deu uma forcinha.
Pois bem, Angelo G. Roncalli levou para o trono de São Pedro sua experiência de sacerdote humilde. O padre, o bispo, o cardeal Roncalli que praticava o ecumenismo, sem o conhecimento de Roma ou Roma sabia de suas atividades? Com espírito ecumênico e pacificador. Progressista ao promover dialogo com os cristãos, os não cristãos e os não fiéis (os que não acreditam em Deus), Ele convocou o Concílio Vaticano II, que já é cinquentenário, num esforço para modernizar as antiquadas estruturas da Igreja Católica e para promover a harmonia internacional e inter-religiosidade.
Tudo que há nas relações inter-religiosas de hoje, devemos ao “Sou José, seu irmão.”, como se apresentava a qualquer pessoa. “Para unir-se é preciso amar-se. Para amar-se é preciso conhecer-se. Para conhecer-se é preciso ir ao encontro um do outro.” Ele dizia.



27 de outubro de 2013

A última carta de amor

A última carta de amor
The Last Letter From Your Lover. Jojo Moyes. Trad. Adalgisa Campos da Silva. Rio de Janeiro. Intrínseca. 2012. 384 páginas.

Sinopse:
Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento. Com personagens realísticos complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico.



Ponderação: 
Uma pasta arquivada de forma errônea é encontrada, quase 40 anos depois. Ellie encontra-a, dentro há uma carta de amor. Ellie vive uma fase conturbada em sua vida profissional, pessoal e sentimental. Sua relação com John está por um fio. Está a ponto de perder seu emprego e sai em busca dos autores – os amantes – da carta. O Reencontro dos autores da última carta e motivo da matéria de Ellie, sucesso que devolvendo-lhe a credibilidade, parcialmente, perdida.
Além da boa construção da história, temos a questão histórica sobre a África, que continua em constante disputa interna e externa. A capa da edição é uma volta ao tempo das nossas avós e bisavós, que guardavam suas cartas amarradas com uma fita. Sua leitura é difícil de largar, porque é fantástica.



El Palacio de la Medianoche

El Palacio de la Medianoche
Carlos Ruiz Zafón. Barcelona. Planeta. 2012. 340 páginas.

Sinopse:
Calcuta, 1932: El corazón de las tinieblas. Un tren en llamas atraviesa la ciudad. Un espectro de fuego siembra el terror en las sombras de la noche. Pero eso no es más que el principio. En la víspera de cumplir 16 años, Ben, Sheere y sus amigos deberán enfrentarse al más terrible y mortífero enigma de la historia de la ciudad de los palacios.

Ponderação: 
Tem algo haver com El Príncipe de la Niebla? Fica suspenso! Há mais mistérios entre o céu e a Terra do que sonha toda a filosofia. Só o amor e a bondade pura podem brecar qualquer atitude negativa/vingativa. E Ben provou.



El Príncipe de la Niebla



El Príncipe de la Niebla 
Carlos Ruiz Zafón. Barcelona. Planeta. 2011. 230 páginas.

Sinopse: 
El nuevo hogar de los Carver esta rodeado de misterio. En el aún se respira el espíritu de Jacob, el hijo de los antiguos propietarios, que murió ahogado. Las extrañas circunstancias de esa muerte sólo se empezan a aclarar con la aparición de un diabólico personaje: el Príncipe de La Niebla, capaz de conceder cualquier deseo a una persona a un alto precio. 

Ponderação: 
A primeira obra de Zafón, já estava trabalhando as histórias com boa dosagem de mistério, suspense. No final mostra que o verdadeiro valor da sólida amizade, resolve todos os problemas e o amor derrota qualquer inimigo.



24 de outubro de 2013

La Conspiración

La Conspiración
Dan Brown. Trad. Alejandro Palomas. Barcelona. Umbriel. 2003. 603 páginas

Sinopse:
En los hielos eternos del Ártico duerme el más fascinante descubrimiento de la historia de la humanidad... y también un intrigante juego de mentiras y engaños. Descubrir la verdad puede exigir un precio demasiado alto. La analista de inteligencia Rachel Sexton y el oceanógrafo Michael Tolland forman parte del equipo de expertos enviados por la Casa Blanca a un remoto lugar del Ártico, con la misión de autentificar el fabuloso hallazgo que ha realizado la NASA. Un descubrimiento que cambiará el curso de la historia y, de paso, asegurará al presidente su reelección. Sin embargo, una vez allí descubren indicios de que se enfrentan a un fraude científico de proporciones gigantescas. Aislados en el entorno más hostil del planeta, perseguidos por unos implacables asesinos equipados con los últimos adelantos tecnológicos, lucharán por salvar la vida y averiguar la verdad. Mientras tanto, en los pasillos de Washington se libra otra oscura batalla, un juego de traiciones y mentiras donde nadie es lo que parece.

Ponderação: 
La Conspiración de Dan Brown possuem capítulos curtos e longos, bem ao estilo do autor, uma característica. Descrição das personagens vai sendo adicionada de maneira crescente, levando o leitor acreditar que a vítima tem tudo a ver com a culpa e a personagem mais calma, cordial e solidária transforma-se na mente doentia, sem escrúpulos para atingir seus méritos e objetivos. A Nasa é a principal personagem, embora não seja uma pessoa, é ela o centro das ações da história.



El código da Vinci

El código da Vinci
The Da Vinci Code. Dan Brown. Trad. Juanjo Estrella. Barcelona. Umbriel. 2003. 557 páginas.

Sinopse:
Antes de morir asesinado, Jacques Saunière, el último Gran Maestre de una sociedad secreta que se remonta a la fundación de los Templarios, transmite a su nieta Sofía una misteriosa clave. Saunière y sus predecesores, entre los que se encontraban hombres como Isaac Newton o Leonardo Da Vinci, han conservado durante siglos un conocimiento que puede cambiar completamente la historia de la humanidad. Ahora Sofía, con la ayuda del experto en simbología Robert Langdon, comienza la búsqueda de ese secreto, en una trepidante carrera que les lleva de una clave a otra, descifrando mensajes ocultos en los más famosos cuadros del genial pintor y en las paredes de antiguas catedrales. Un rompecabezas que deberán resolver pronto, ya que no están solos en el juego; una poderosa e influyente organización católica está dispuesta a emplear todos los medios para evitar que el secreto salga a la luz.

Ponderação: 
Não sei porquê, mas quando saiu a edição em português não me interessei por ler. Foi só a partir do momento em que um amigo emprestou-me, em inglês, que surgiu um pouco de interesse. Quando comecei a fazer o curso de Teologia para leigos comecei a pensar em ler. A questão Maria Madalena ficou-me na mente. Mas houve momentos de tentar ler, mas ficou para adiante... Vi a possibilidade de ler em espanhol, juntaria o querer e gostar do idioma espanhol e curiosidade pela obra. Quando iniciaram os capítulos finais, percebi o quanto o autor se equivocou em escrever uma obra com tema sério, banalizar do jeito que fez. O último capítulo é uma verdadeira estupidez. Não entendi nada e a obra ficou suspensa. "O enigma do código", se há um realmente, continua...