30 de dezembro de 2014

Lenda, Mitos e Mentiras

As Mais Famosas Lendas, Mitos e Mentiras da História do Mundo
Legends, lies and cherished myths of world history. Richard Shenkman. Trad. Antonio Carlos Vilela. São Paulo. Prestígio. 2002. 208 páginas.

Sinopse:
Num divertido passeio pela história do mundo, desde a Guerra de Troia à Segunda Guerra Mundial, o autor apresenta personagens e eventos fictícios e reais de forma humorada e documentada, exibindo revelações contundentes que provam que boa parte da história é realmente 'uma fábula sobre a qual as pessoas concordam'. 
Um livro instigante, polêmico e eclético. Você vai ver que o que nos ensinaram a respeito das grandes revoluções que mudaram o mundo, das religiões e dos reais interesses camuflado pelo domínio da fé, dos destemidos heróis, dos grandes inventores e seus inimagináveis inventos, afinal muito do que conhecemos ou que passamos a conhecer pelos meios de comunicação deve ser questionado.
A verdade pode ser dolorosa, mas deve ser encarada.

Ponderação:
Só uma coisa, quem olha o quadro de Pedro Américo sobre a Independência do Brasil ver uma casinha. Pronto! Ela foi invenção do pintor, ela nunca existiu de fato, até que, um desconhecedor da História de seu país, vai lá e cria a tal casa...



29 de dezembro de 2014

Dorothy

Dorothy and the Green Gobbler of Oz
Romeo Muller. New York. Scholastic Book. 1982. 64 pages.

Sinopse:
Dorothy and Toto are being corried back to Oz by a giant green turkey! They will meet old friends and make new friends too. It's a dangerous adventure that takes them all high up a mysterious his army of toy soldiers.
Who will save Dorothy and her friends? Who will save the Land of Oz?
And 
All new adventures in the Land of Oz! / Dorothy in the Land of Oz / Thanksgiving in the Land of Oz [Based on the television special.]

Ponderação:
Adaptação do livro e do filme "O Mágico de Oz", ou melhor, recontar a história que continua sem entendimento para mim. Esse livro me foi um presente e, também, é da parte de meu aprendizado do idioma inglês.




28 de dezembro de 2014

São Paulo de Nossos Avós

São Paulo de Nossos Avós
Raimundo de Menezes. São Paulo. Saraiva. 1969. 168 páginas. [Coleção Saraiva nº 253]

Sinopse/Ponderação:
Não consegui encontrar mais dados sobre o autor, mas no papel de historiador, ele nos remete a uma São Paulo cuja existência já não há nenhum traço urbanístico do que era em 1852. O que conhecemos, ou melhor, sabemos são os relatos deixados no documentos oficiais e na escrita literária de homens, que viveram ou nos visitaram. O livro nos contempla até mais ou menos 1920. 

"1872 foi um ano do grande progresso que alvoroçou o paulistano. Inauguraram-se os lampiões a gás e logo depois as "diligências por trilhos de ferro."

"A Casa da Fundição, que ficava exatamente onde hoje está instalada a Caixa Econômica Estadual e onde até há pouco tempo funcionou a Secretaria da Fazenda, tinha sido fechada por ordem do Governo. Pois bem: foi nesse prédio que se adaptou uma sala de espetáculos, a que seu deu o título pomposo de Casa da Ópera."

"E Nuto Santana termina a explicação de uma maneira assaz pitoresca: "Esse lugar chamado José Brás é o Brás atual, que nada tem que ver com Brás Cubas.""

O primeiro automóvel que percorreu nossa cidade pertenceu ao irmão de Santos Dumont, o pai da avião.



A História de Natal

A História de Natal
The Story of Christmas. 
Geradine McCaughrean. Trad. Ruy Jungmann. Rio de Janeiro. Ediouro. 1993. 32 páginas. Ilustração de Helen Ward.

Sinopse/Ponderação:
"Desde o inicio a ideia esteve na mente de Deus. E, quando achou que chegara o momento, Ele acendeu uma nova estrela no céu - uma vela de aniversário para marcar o começo..."
Assim se inicia a história do milagre do primeiro Natal, maravilhosamente recontada e ilustrada neste livro cativante que tem encantado crianças e jovens de todos os países.
Quando comprei foi distrair os filhos de, algumas, minhas amigas, quando eles ficavam lá em casa como, também, minhas primas pequenas. É muito bonita esta edição. É uma narrativa simplificada e desenvolvida através do Evangelho de Lucas e Matheus.



La Televisión

La Televisión 
La Télévision. Jean-Philippe Toussaint. Trad. Josep Escué. Barcelona. Editorial Anagrama. 1999. 191 páginas.

Sinopse:
El libro cuenta el verano en Berlín de un historiador de arte, al que han concedido una beca para escribir un ensayo sobre Tiziano y Carlos V, y que a la vez toma una decisión importantísima: dejar de ver la televisión.

Ponderação:
O narrador-personagem começa descrevendo seu ensaio sobre Carlos V e Tiziano, enquanto toma a decisão de deixar de ver televisão. Esta sozinho em Berlim, enquanto a esposa grávida passa férias de verão junto com o filho, na Itália. Neste contexto, esperava-se uma análise detalhada ou do ensaio ou do fato de ter deixado de assistir televisão. Passa as cento oitenta páginas descrevendo sua ociosidade e a pseudo preocupação de terminar de escrever o tal ensaio.  Terminar por comprar mais um aparelho de televisão.



27 de dezembro de 2014

On The Railways

On the Railways
John Forbes, with illustrations by John Barry. Londres. Ladybird Books. 1972. 52 páginas.

Ponderação:
Não vou falar muito sobre o texto, já pela capa entendemos que trata dos trabalhadores nas ferrovias, princi-palmente, as inglesas. A Modernização até 1970. Faz parte de meu aprendizado do idioma inglês. 


23 de dezembro de 2014

El Lector

El Lector
Der Vorleser / The Reader. Bernhard Schlink. Trad. Joan Parra Contreras. New York. Vintage Espanhol. 2008. 203 páginas.

Sinopse:
La historia está contada por el personaje principal, Michael Berg, dividida en tres partes. 
Es el año 1958; Michael, un joven de quince años, se enferma camino a su casa cuando Hanna Schmitz, veintiún años mayor que el, lo ve, le ofrece ayuda, lo limpia y se asegura que llegue a su casa sano y salvo. Michael pasa los siguientes tres meses ausente del colegio luchando contra la hepatitis.
Michael va a visitar a Hanna para agradecerle su ayuda, allí se da cuenta de que se siente atraído hacia ella. Avergonzado, luego de haber sido descubierto espiándola mientras se vestía, escapa corriendo; sin embargo, vuelve unos días más tarde.
Michael, entusiasmado, la visitará regularmente, y comienza así una relación primordialmente sexual. Desarrollan como ritual bañarse y después hacer el amor, antes de lo cual ella pide que le lea en voz alta, habitualmente obras de literatura clásica, entre las que se encuentran la Odisea y La dama del perrito. A pesar de sus encuentros que cada vez se hacen más frecuentes, permanecen emocionalmente distantes, lo que contrasta con su cercanía física. 
Siete años más tarde, se ve a Michael, que es estudiante de leyes, siendo parte de un grupo de estudiantes que reciben la tarea de observar juicios contra criminales de guerra del Holocausto. Un grupo de mujeres que habían servido como guardias para la SS estaban siendo juzgadas por permitir que trescientas mujeres judías murieran en el incendio de una iglesia que había sido bombardeada durante la evacuación del campo de concentración que estaba a su cargo, alegando haberlo hecho para su supuesta protección. El incidente había sido plasmado en un libro escrito por una de las supervivientes que, al terminar la guerra, había emigrado a Estados Unidos y que ahora era la testigo principal del juicio.
Para sorpresa de Michael, Hanna es una de las juzgadas, lo que lo lleva a una montaña rusa de emociones que se encuentran y desencuentran: se siente mal por haber amado a una criminal implacable y a su vez está consternado por la voluntad que tiene Hanna de aceptar toda la responsabilidad, por haber supervisado a otros guardias aunque haya evidencia que pruebe lo contrario.
Durante el juicio, Michael se sorprende al enterarse de que Hanna es analfabeta, lo que demuestra que ella no podría ser la culpable de todos los crímenes que se le imputaban ya que no era la encargada de llenar los reportes que hacían los de la SS cuando ejecutaban a sus prisioneros; también sale a la luz que Hanna tomaba prisioneras débiles o enfermas y les pedía que le leyeran en voz alta antes de enviarlas a ejecutar en la cámara de gases. Michael se pregunta si Hanna lo hacía para darles a las prisioneras unos últimos días meramente tolerables o si las mandaba a morir para que no revelaran su secreto.
Michael, intentando apaciguar de alguna forma sus emociones, comienza a registrar en una grabadora su propia lectura de libros, grabaciones que le envía a Hanna. Los años pasaron, Michael tiene una hija resultado de un matrimonio fallido; por su parte.

Ponderação:
Qual verdade se deva acreditar? Na que é contada pelo vencedor? Na que é contada por meio do Marketing político-histórico-cultural de alguém no poder? Na que é contada pelos olhos da vítima, que para sobreviver, ver monstros em todos os lugares? É necessário revisitar o passado sombrio de nossos pais e avós? Esse passado vivido por eles foi o que realmente eles queriam ter vivido?