25 de janeiro de 2014

Manual de Redação e Estilo 1

Manual Geral da Redação. São Paulo. Folha de São Paulo. 2ª Edição Revista e Ampliada. 1987. 214 páginas.

Novo Manual da Redação. São Paulo. Folha de São Paulo. 1992. 331 páginas. Encadernação Espiral.

Citação / Sinopse:
“Quem quer literatura busca-a nos livros. A função do jornal é informar. Mas informar não é apenas noticiar, é a um tempo, selecionar e orientar. No esforço de selecionar se acha subentendida a obrigação de criticar.” (Olival Costa, fundador da Folha)

Ponderação: 
A existência de manuais sugere uma ideia pratica: o de como realizar algo ou colocar algo em funcionamento. Para as empresas consiste na padronização de seus impressos. Mas para o mundo das ideias e informação?
Os manuais, agora, mencionados pertencem ao Jornal Folha de São Paulo, de abrangência nacional (internacional através de seu site), possuem três versões (as que tenho conhecimento, como já dito, este blog refere-se a livros lidos); uma de 1984, com 91 páginas. A de 1987, esta dividido em nove partes, abrangendo a terminologia jornalística até normas gramaticais. Na referente ao ‘Anexo’ há uma listagem, em ordem alfabética, sobre SIGLAS, de grande valia para os leigos.
Em duas páginas, os elementos iniciais do que seria a internet, com o título: Como operar o Terminal de 2º nível, quem tem menos de 20 anos não sabe como era trabalhar com a informática é, esse capítulo já faz parte da História.

Já o Novo Manual mantém em parte a estrutura das edições anteriores, porém a característica física ficou visualmente diferente: Espiral, tal qual um caderno, facilita o manuseio. Trás ilustrações em alguns verbetes e a cores, a seleção de mapas, com as novas demarcações fronteiriças do pós União Soviética. Lista de países com dados oficiais ‘principais’ para aclarar dúvidas imediatas.

Exemplo:
Lituânia
Nome Oficial: República da Lituânia (pertenceu à URSS até 1991)
Nacionalidade: Lituano
Capital: Vilna
Divisão: 16 distritos urbanos e 44 distritos rurais
Principais Línguas: lituano, russo, polonês e bielo-russo

A questão gramatical está um pouco desatualizada com o efeito da reforma da Língua Portuguesa em vigor desde 2010. Mas permanece seu valor para pesquisa.



19 de janeiro de 2014

Memórias de Uma Cantora Alemã

Memórias de uma Cantora Alemã
Anônimo. Trad. Mário Reis. São Paulo. Círculo do Livro. 1990.

Sinopse / Ponderação:
De acordo com a Tradução, essa obra é atribuída a Wilhelmina Schröder-Devrient (1804-1860), uma cantora alemã muito famosa na época. Levando em consideração que o texto em português fora traduzido da versão francesa do original alemão 'Aus den Memorian einer Sängerin'.
Relato de amores e orgias da sociedade no século XIX, diga-se de passagem, os honestos senhores e honestas senhoras guardiões do bem estar social e reguladores do bem viver, cheios de pudores. Como o homossexualismo feminino era mera questão de sobrevivência e ocultar amantes ricos e poderosos; até encontrar o homem ideal, no caso das solteiras.



17 de janeiro de 2014

Mulheres Cheias de Graça

Mulheres Cheias de Graça
Fábio de Melo. São Paulo. Ediouro. 2009. 199 páginas.

Sinopse:
Por meio de contos cheios de sensibilidade, o autor adentra o universo feminino para prestar uma homenagem às ‘heroínas do cotidiano’. Mulheres que não permitem que os problemas as dominem e sufoquem. Mulheres sempre dispostas a ajudar os mais necessitados e a se defender de quem quer subjugá-las pela força, apesar de todas as dificuldades presentes. Através da ficção, Fábio de Melo consegue emocionar o público leitor, ao mesmo tempo, que o leva a refletir sobre os valores humanos que jamais devem ser abandonados: a amizade, o amor, a compaixão, a coragem, a fé...

Ponderação:
Fábio de Melo conseguiu transpor em palavras, a alma feminina de cidades interioranas. Reais. Todos os 24 textos poderiam ser colocados em um quarteirão. Real realidade de 'uma só Mulher'. E por incrível que pareça, há mulheres com carreiras brilhantes, mas lá no fundo da alma, gostariam de ser uma dentre as 24 deste livro.



Leer Mejor y más rápido



Leer mejor y más rápido
Wolfgang Zielke, Traduzido ao espanhol por Juan de Churruca. Bilbao, Ediciones Deusto, 1969.

Sinopse/Ponderação/Explicação:
Na verdade, adquiri esse livro para iniciar de fato o meu entendimento no idioma espanhol. Foi em um sebo, não lembro o valor monetário pago, mas ao ler, percebi que os chamados métodos de leitura só são, de certa forma, útil para quem lida com relatórios e outras atividades no mundo empresarial e jurídico. Mais em Leer Mejor, em 01/07/2012 e Ler Melhor - Ler Melhor II, em 05 e 12/08/2012.



A Menina que não sabia ler


A Menina que não sabia ler
Florence and Giles. John Harding. Trad. Elvira Serapicos. São Paulo. Leya. 2010. 282 páginas.

Sinopse:
1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e escura mansão, onde nada é o que parece, a pequena Florence é negligenciada pelo seu tutor e tio. Guardada como um brinquedo, a menina passa seus dias perambulando pelos corredores e inventando histórias que conta a si mesma, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que um dia Florence encontra a biblioteca proibida da mansão. E passa a devorar os livros em segredo. Mas existem mistérios naquela casa que jamais deveriam ser revelados. Quem eram seus pais? Por que Florence sonha sempre com uma misteriosa mulher ameaçando Giles, seu irmão caçula? O que esconde a Srta. Taylor? E por que o tio a proibiu de ler? Florence precisa reunir todas as pistas possíveis e encontrar respostas que ajudem a defender seu irmão e preservar sua paixão secreta pelos livros - únicos companheiros e confidentes - antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas do mundo literário. Ou será que tudo isso não seria somente delírios de uma jovem com muita imaginação?

Ponderação:
A Capa é genial, mas o título da edição brasileira pode estar relacionado com o fato de Florence desenvolver o hábito da leitura de forma errônea. Mais em Florence and Giles, 03/06/2012.






7 de janeiro de 2014

Crime de Imprensa

Crime de Imprensa: Um retrato da mídia brasileira murdoquizada
Palmério Dória & Mylton Severiano. São Paulo. Plena Editorial. 2011. 144 páginas.

Sinopse:
Crime de Imprensa é o primeiro livro a mostrar, na história das eleições, como se comporta a mídia corporativa antipopular e atrelada a interesses que não coincidem com a vontade do nosso povo. Uma mídia que não hesita em usar os mesmos métodos do inescrupuloso magnata das comunicações Rudolph Murdoch. Em tom de sátira, os autores transmitem a perplexidade das pessoas lúcidas deste País não só com a cobertura jornalística falsamente “isenta” das campanhas eleitorais, mas também com a posição dos grandes veículos de comunicação diante de outros episódios da vida brasileira. 
Aí, pequenos e grandes golpes dos Grandes Irmãos da Mídia. A mídia passou a campanha de 2010 acusando petistas de quebrar o sigilo fiscal de certo EJ. A mídia lhe informou que EJ era aliado do juiz Lalau, que desviou 169 milhões da construção do TRT paulista? E nenhum veículo da mídia lembrou que Verônica Serra quebrou o sigilo de 60 milhões de brasileiros! De como, a qualquer momento, pode surgir na blogosfera uma “cadeia da legalidade” a enfrentar os Grandes irmãos e a democratizar informações. Socos e guerra de celulares no QG da campanha de Serra: você leu isso em algum lugar? De como Serra, se eleito, iria rever os contratos do pré-sal e pôr nosso petróleo à disposição dos gringos. Os colunistas da Veja e do Globo, Diogo Mainardi e Merval Pereira, aconselhavam Serra e eram informantes dos Estados Unidos. Como, de longa data, os Grandes Irmãos tentam barrar os avanços sociais, se possível da marcha à ré na roda da história, como tentaram em 1954 e conseguiram em 1964. E, que tal a bolinha de papel? Que tal o candidato ir assistir Missa em Aparecida e não saber seguir os ritos? Falha da assessoria? O Poder a qualquer custo... O Marketing falhou???...

Ponderação:
Odeio Política. Talvez pelo fato de ser descendente de políticos. Não faço campanha para ninguém. Só li esse livro pelo fato de os autores fazerem uma critica aos Meios de Comunicação, Brasil. Mas parece-me que, também, os autores foram, um pouquinho, parciais. Autores de livros acabam sendo críticos e criticados. Como jornalista, profissional de comunicação e, principalmente, cidadã comum não acredito, fielmente, no que é divulgado pela Grande Imprensa. A questão é: quando há conhecimento dos outros lados da mesma moeda, fica difícil engoli qualquer alusão positiva deste ou daquele candidato. Ainda há tempo, neste 2014, amigo leitor, de procurar esse livro e tirar suas próprias conclusões. Pergunta: - Se ela fosse realmente boa, inteligente e prática, porque EUA, Inglaterra e França ainda não querem utilizá-la? Finalizando, ao terminar a leitura, lembrei-me de todas as vezes que prestei juramento na Colação de Grau (nas três faculdades), verdade seja dita, quando estamos no mercado de trabalho o juramento é iniciado pelo ponto final em vez da primeira letra em maiúscula. O estômago fala mais alto! As contas falam mais alto! Aí... O livro mostra...



4 de janeiro de 2014

Aviso 6


Aviso 6


Estou, mais uma vez, dando um Aviso, querido leitor, querida leitora! Sempre há um que está chegando pela primeira vez. Portanto: - Não sigo a tendência da moda literária, possuo meus próprios parâmetros de indicação de leitura. Visto que a memória é minha grande aliada nesta empreitada, porque estou postando sobre os livros lidos desde os meus 12 anos, quando já cursava a 5ª série do 1º Grau, com a chamada leitura obrigatória curricular. Quer dizer já somam quarenta anos de leitura e as mais recentes. Neste ínterim, ficaria, imensamente, feliz com maior número de comentários, se gostaram dos livros ou do que eu escrevi.

Ah! Aproveito para fazer a publicidade de meu outro blog – http://allagumauskas.blog.uol.com.br


Hasta Pronto...